NUTRIÇÃO CONTROLADA É SAUDÁVEL

TPM

27 de agosto de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O CLIMATÉRIO A PERÍMENOPAUSA, E A MENOPOAUSA, INDICA O MOMENTO EM QUE SUA MATURIDADE NECESSITA DE AVALIAÇÕES CLINICA, LABORATORIAL E DE IMAGENS, POIS ESTES FATORES PODERÃO INTERVIR DE FORMA DRAMÁTICA NA SUA QUALIDADE DE VIDA, POIS JUNTO COM A SÍNDROME DE CLIMÁTERIO E MENOPAUSA, ACOMPANHARÃO OUTROS SINTOMAS COMO FOGACHOS, FRIACHOS, MAS ALÉM DE OUTROS, EM QUE A SITUAÇÕES QUE PODERAM LHE ACOMETER COMO A OBESIDADE, SOBREPESO, OBESIDADE ABDOMINAL, VISCERAL, HIPERTENSÃO ARTERIAL, DIABETES MELLITUS, DEPRESSÃO, ANGUSTIA, ETC...

Os primeiros sintomas do climatério da perimenopausa e menopausa não devem lhe assustar, pois estes sintomas são apenas um alerta de que você terá que tomar uma série de medidas preventivas no sentido de não agravá-los na sequência da evolução de sua vida. É evidente que algo não vai bem, e você deve se organizar para que não haja um agravamento dos problemas, que podem ser passageiros ou não. Toda mulher é diferente e tem sintomas diferentes, para faixas etárias e para fatores orgânicos. Nós podemos tirar não conclusões a partir dos sintomas de qualquer maneira.
É necessária uma avaliação profunda e detalhada a respeito de cada sintoma ou sinais apresentados pela síndrome do climatério, perimenopausa ou menopausa. Os sintomas vasomotores como sensação de calor, transpiração exagerada principalmente à noite, as sensações de frio intenso, provavelmente não são a causa mais grave a principio, embora profundamente desagradáveis, eles são uma reação, e eles precisam ser interpretado caso a caso até sabermos os mecanismos que podem estar ocorrendo em seu corpo, através de avaliações clinicas, de imagens, como mamografia, densitometria óssea, e exames laboratoriais, principalmente os hormonais, e não podemos esquecer os cardiovasculares. Poderá ser que experimentar ondas de flashes quentes mais cedo na vida representa uma resposta saudável ao alerta que algo esta diminuído em sua circulação, mais tarde na vida evitará uma situação mal-adaptativa, a resposta que pode explicar porque o mesmo representa um sintoma diferente e riscos, resultando em comprometimentos evolutivos graves.
É recomendo que ainda se concentram nos fatores de risco tradicionais - açúcar no sangue que levará invariavelmente ao diabetes mellitus tipo 2, não necessariamente insulino dependente, sobrepeso, obesidade, obesidade abdominal, intra visceral, ou central, de difícil solução e que invariavelmente mudada sua conformação corporal e dificultará sua identificação com a sua auto-imagem, a depressão decorrente de múltiplos fatores, a intolerância e agressividade, a ansiedade, hipertensão arterial, sedentarismo que deve ser evitado a qualquer custo, a nutrição absolutamente desbalanceada, evitar o tabagismo,( Fumar)... Colesterol total elevado, LDL mal colesterol alto, etc. ..
Se uma mulher tem ondas de calor ou não, não suplantará os fatores em sua importância, muito menos evitará toda a ação de ter indicação precisa efetuar a Reposição Hormonal de todos os hormônios que estarão eventualmente comprometidos, como a tirieopausa, (diminuição dos hormônios da tireóide, somatopausa (HGH), hormônios necessários para diversas funções, como cognição,raciocínio, memória, melhora da osteoporose, melhora da contratibilidade do coração, aumento da massa muscular, troca de gordura por musculatura e até a sensação de rejuvenescimento, além dos hormônios sexuais, etc. ...Portanto não postergue seu sofrimento, se que existem terapêuticas para resolver ou suavizar os problemas que provavelmente apresentará.

AUTORES PROSPECTIVOS 
Dr. João Santos Caio Jr. 
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611 

Dra. Henriqueta V. Caio 
Endocrinologia – Medicina Interna 
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Como Saber Mais:
1.  A síndrome do climatério e menopausa dificulta eu emagrecer...
 
2.  Porque eu não devo fumar principalmente na síndrome do climatério e menopausa...
 
3.A menopausa pode ocorrer sem sintomas e levar eu a osteoporose...
http://osteoporose2.blogspot.com
 
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DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas: 
Bertelloni S, Baroncelli GI, Mora S. - Epub 2010 Department of Obstetrics, Gynecology and Pediatrics, II Pediatric Division, Azienda Ospedaliero-Universitaria Pisana, Pisa, Italy.
Szmuilowicz Manson JE, TA, JE Rossouw et al. Sintomas vasomotores e eventos cardiovasculares em mulheres pós-menopáusicas. Menopausa 2011; DOI: 10.1097/.






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27 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: OS CALORES DA MENOPAUSA E CLIMATÉRIO PRECOCE ESTÃO ASSOCIADOS À MENOR RISCO DE DOENÇA CORONÁRIA, ENTRETANTO ESTA OBSERVAÇÃO NÃO SE CONFIRMA EM MULHERES COM MAIS IDADE QUE APRESENTEM SÍNDROME DO CLIMATÉRIO E MENOPAUSA, NÃO SE COMPORTAM COMO A MENOPAUSA EM MULHERES MAIS IDOSAS E NECESSITAM ESTAR CONTROLANDO A MENOPAUSA, PARA EVITAR PROBLEMAS CARDIOVASCULARES.

As mulheres que experimentaram sintomas vasomotores da menopausa, como vaso dilatação que promove os fogachos na menopausa precoce (no climatério e perimenopausa), tiveram uma diminuição do risco de eventos cardiovasculares em uma nova análise por pesquisas científicas. Em contraste, sintomas semelhantes muito mais tarde após a menopausa foram associados com um risco aumentado de doença cardíaca, ficando mais evidente que em mulheres que apresentam os fogachos ou seja, sintomas vasodilatadores com maior idade cronológica, os riscos cardiovasculares são significativamente muito maiores na pós-menopausa.
Esta observação nos permite deduzir, que no climatério e perimenopausa bem como na menopausa não se trata apenas da diminuição dos hormônios sexuais, pois juntamente e concomitantemente com ela estão ocorrendo uma alteração significativa em todo o seu metabolismo e por conseguinte, não se trata de uma deficiência isolada, mas um efeito dominó entre substâncias, receptores, e hormônios de forma geral e abrangente.
Apesar deste fato, não deixa de ser um achado não esperado, em mulheres no climatério e perimenopausa com sintomas mesmo mais jovens, pois o que se pensava, é que o fenômeno da vasodilatação não diferia de idades mais jovens para mulheres mais idosas, na pós-menopausa.
Por isso, os Pesquisadores sempre pensaram que tais consequências eram iguais, o que foi um achado e se referiram com certa preocupação."Nossos resultados foram surpreendentes, pois as informações anteriores sugerem que calores da menopausa e no climatério e perimenopausa, estão associados com risco aumentado de doença cardiovascular." 
Na análise, a relação entre os sintomas vasomotores da menopausa como fogachos e friachos, e o risco de eventos cardiovasculares com seus incidentes e mortalidade por todas as causas, seus resultados mostraram que as mulheres com sintomas mais precoces (no climatério e perimenopausa ), parecem ter um risco menor em comparação com aquelas sem sintomas, enquanto aquelas que apresentam sintomas tardiamente (média de 14 anos após a menopausa) pareciam ter um risco mais elevado de eventos cardiovasculares. Os sintomas vasomotores (fogachos e friachos) que se desenvolvem pela primeira vez nos últimos anos na pós-menopausa representam um processo fisiopatológico (comprometimento orgânico) distinto dos sintomas da perimenopausa ou climatério clássico.
Os resultados não são surpreendentes do ponto de vista intuitivo. A vasodilatação na menopausa precoce ocorrem em 50% a 80% das mulheres e pode- se pensar ​​como sendo uma resposta fisiológica para as alterações hormonais, e não um sinal silencioso da doença (pós-menopausa). Os resultados atuais parecem contrastar com os de outro estudo publicado recentemente, no qual suores noturnos na menopausa, estavam ligados a um risco aumentado de doença cardíaca.
Apesar de todas as observações efetuadas pelas pesquisas, uma coisa é certa, menopausa silenciosa precoce ou não, incorrerá inevitavelmente ao comprometimento orgânico grave com a sequência da vida da mulher, e não é por não ter sintomas, ou seja doença silenciosa, que o estrago importante sobre todo o organismo não ocorrerá, além da descaracterização biotípica da mulher, caso não se trate de forma holística e não apenas os sintomas, você não é compartimentada.

AUTORES PROSPECTIVOS 
Dr. João Santos Caio Jr. 
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Como Saber Mais:
1. Problemas cardiovasculares podem estar ligados à menopausa precoce ou perimenopausa, mesmo que silenciosos ...
 
2. Mesmo sendo mais jovem e apresentando sintomas da menopausa pode ocorrer diversos probemas metabólicos ...
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3.A menopausa pode ocorrer sem sintomas ...
 
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Referências Bibliográficas: 
Szmuilowicz Manson JE, TA, JE Rossouw et al. Sintomas vasomotores e eventos cardiovasculares em mulheres pós-menopáusicas. Menopausa 2011; DOI: 10.1097.







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4 de março de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: MENOPAUSA PRECOCE OU PERI-MENOPAUSA: ASSOCIAÇÃO ENTRE HISTERECTOMIA E MENOPAUSA PRECOCE OU PERI-MENOPAUSA.

A histerectomia é um dos mais comuns procedimentos cirúrgicos realizados, tanto que 1/3 das mulheres relatam terem sido histerectomizadas aos 60 anos. Embora tenha os respectivos riscos que estão associados a qualquer procedimento cirúrgico importante, sua frequência fez com que pareça ser um procedimento muito bom tanto para o médico quanto para a paciente
Na verdade, a histerectomia tem sido associada a uma série de bons resultados. Em um grupo de mulheres submetidas à histerectomia por condições benignas, a histerectomia não apenas melhora os sintomas pélvicos, mas também da auto-avaliação da saúde mental, da saúde em geral e das atividades das pacientes neste 1 ano após o procedimento. Também se observou que em cerca de 13% das mulheres histerectomizadas, foram relatados fogachos durante este período de 1 ano.
Com estes dados, houve a preocupação de que a histerectomia pode levar à menopausa precoce ou perimenopausa. A histerectomia pode ser acompanhada de ooforectomia (retirada de ovário) unilateral, bilateral, ou sem ooforectomia. 
Mulheres que realizaram histerectomia desenvolveram menopausa cerca de quase quatro anos mais cedo do que as que não foram submetidos a histerectomia, portanto a histerectomia leva à menopausa precoce ou perimenopausa, levando as mulheres histerectomizadas a apresentarem os sintomas da menopausa mais precocemente, comprometendo sua qualidade de vida, interferindo em suas atividades. Deve-se levar em conta também, que muitas mulheres são submetidas à histerectomia por apresentarem um sangramento uterino disfuncional, um sintoma que pode ser um prenuncio da menopausa.
A menopausa precoce ou perimenopausa, não traz antecipadamente somente os sintomas da menopausa, mas também compromete sua saúde. No início da menopausa aumenta o risco de osteoporose, nas mulheres na pós-menopausa ficou claro que a cada ano de atraso do início da menopausa houve um risco reduzido de cerca de 2% para a mortalidade cardiovascular. 
Muitas mulheres que apresentam indicações benignas para possíveis histerectomia, incluindo o sangramento uterino disfuncional ou dor pélvica crônica, são encaminhadas à sala de cirurgia, sem se avaliar de forma correta a função ovariana futura, muitas delas também podem ter poucas indicações para a cirurgia.
Os médicos devem considerar todos os riscos, incluindo uma menopausa precoce, que estão associadas à cirurgia e a validade destes riscos com os possíveis benefícios da histerectomia para cada paciente. Quando a paciente e o médico entender, entenderem melhor o que poderá ocorrer, então uma decisão consciente sobre a cirurgia poderá ser feita em conjunto. 
Antes de se fazer uma histerectomia tanto médico quanto paciente devem fazer uma avaliação.


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1.A histerectomia pode levar à menopausa precoce ou perimenopausa...

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2.Antes de se fazer uma histerectomia, tanto médico quanto paciente devem fazer uma avaliação de suas conseqüências e benefícios... http://controlandomenopausaeclimaterio.blogspot.com


3.A menopausa piora a qualidade de vida da mulher... http://controlandomenopausaeclimaterio.blogspot.com

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Referências Bibliográficas:
Charles P. Vega, FAAFP, MD
Farquhar CM, L Sadler, SA Harvey, AW Stewart
BJOG.







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25 de fevereiro de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: ALÉM DE MELHORAR O CONDICIONAMENTO FÍSICO, APENAS 72 MINUTOS DE ATIVIDADE FÍSICA SEMANAIS, DIVIDIDOS EM PELO MENOS 3 DIAS DA SEMANA, PODEM AJUDAR NA REDUÇÃO DE MEDIDAS DA CINTURA EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA COM SOBREPESO OU OBESAS (OBESIDADE CONTROLADA, DESCONTROLADA, ABDOMINAL, CENTRAL, VISCERAL).

Pesquisadores americanos relataram, no Journal of the American Medical Association (JAMA) que mulheres obesas ou com sobrepeso1 podem se beneficiar com pequenas quantidades de exercícios físicos semanais, obtendo redução na medida da circunferência da cintura e melhorias em seu preparo físico.O mau condicionamento físico está associado ao risco elevado de mortalidade2. Melhorias na aptidão física, por sua vez, estão associadas ao risco reduzido de mortalidade2. Entretanto, permanece mal compreendida a relação entre a quantidade de atividade física exercida e o preparo cardiorespiratório.
O U.S. Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e o National Institutes of Health (NIH) recomendam pelo menos meia hora de exercícios físicos moderados realizados durante a maior parte da semana, preferencialmente todos os dias, para reduzir o risco de doenças cardíacas, derrame3 e câncer4.
O objetivo do estudo foi examinar os efeitos de 50%, 100% e 150% da atividade física recomendada pelo CDC (U.S. Centers for Disease Control and Prevention) e NIH (National Institutes of Health) no preparo físico de mulheres na pós-menopausa5.
Os pesquisadores avaliaram 427 mulheres na pós-menopausa5, com sobrepeso1 ou obesas (Índice de Massa Corporal6 - IMC - variando de 25 a 43 kg/m²) e pressão sangüínea7 sistólica (a pressão máxima)variando entre 120 a 160 mmHg, com idade média de 57 anos.

As voluntárias, que participaram do estudo prospectivo e randomizado (aleatório), foram divididas em 4 grupos: um não realizava atividades físicas, os outros faziam exercícios físicos durante 72 minutos por semana (4 kcal/kg por semana de queima calórica), 135 minutos por semana (8 kcal/kg por semana) ou 190 minutos por semana (12 kcal/kg por semana). O que representa - nesses últimos 3 grupos - metade do que é recomendado, o recomendado e 50% a mais do recomendado pelo NIH (National Institutes of Health) e pelo CDC (U.S. Centers for Disease Control and Prevention), respectivamente.
As mulheres fizeram os exercícios em esteiras ou bicicletas ergométricas, mas qualquer atividade física moderada poderia causar efeitos semelhantes; incluindo atividades de jardinagem, natação, brincadeiras em parques com crianças ou outras atividades de gasto energético semelhante a uma caminhada em ritmo ligeiro.
Todas as mulheres que fizeram exercícios físicos estavam com melhor condição física, detectada pela medida do consumo de oxigênio durante a realização dos exercícios, e suas cinturas estavam mais finas, independente da quantidade de exercícios realizada por semana.
A redução da circunferência da cintura tem uma importância clínica particular, já que há um risco aumentado de resistência insulínica, diabetes9, síndrome metabólica10 e mortalidade2 associada ao excesso de gordura abdominal.
A conclusão do estudo é que existe uma forte relação de dependência entre a quantidade de exercício físico realizada e as mudanças no preparo físico. E que mesmo uma atividade física de cerca de 72 minutos, 3 vezes por semana, em mulheres na pós-menopausa5 e previamente sedentárias, ou a queima de 4kcal/kg por semana, está associado à melhora significativa do preparo físico comparado com mulheres do grupo que não faziam exercícios.
O grupo que se exercitava com 50% a mais das recomendações do NIH (National Institutes of Health) (12 kcal/kg por semana) apresentou uma proporção maior de melhoria no preparo físico quando comparado ao grupo de queima de 8 kcal/kg por semana.

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Dr. João Santos Caio Jr.
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1.A atividade física na pós-menopausa é benéfica para a mulher... http://controlandomenopausaeclimaterio.blogspot.com


2.Atividade física de 72 minutos por semana auxiliam a mulher na pós-menopausa a diminuir a circunferência da cintura...
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3.A menopausa facilita o aumento de peso... 
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Referências Bibliográficas:
Journal of the American Medical Association.





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4 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DIABETES MELLITUS TIPO 2 E DEPRESSÃO E SINDROME DO PÂNICO, UM PROBLEMA QUE PARECE SER BIDIRECIONAL, O QUE COMPLICA O DIAGNOSTICO DE DEPRESSÃO BEM COMO DO DIABÉTICO, QUE APRESENTA MAIOR DIFICULDADE TERAPEUTICA , SEJA NO DIABÉTICO TIPO 1, COM SEU PROBLEMAS GENETICOS OU NO DIABÉTICO TIPO 2,NÃO PODEMOS NOS ESQUECER QUE A DEPRESSÃO É MUITO COMUM NA SINDROME DE CLIMATÉRIO,PERI-MENOPAUSA E MENOPAUSA.

A relação entre diabetes e depressão parece ser bidirecional, ou seja, andam numa via de mão dupla, sugerindo que o diabetes mellitus tipo 2 aumenta o risco de desenvolvimento da depressão e síndrome do pânico e vice-versa, de acordo com observações recentes. Mulheres com depressão têm 17% mais probabilidade de desenvolver diabetes mellitus tipo 2 e as que tomam anti depressivos têm 25% mais riscos de desenvolver diabetes mellitus em comparação com as que não têm depressão ou síndrome do pânico.Depois do controle de outros fatores de risco para transtornos do humor, mulheres com diabetes mellitus tipo 2 apresentaram 29% maior risco de desenvolver depressão e síndrome do pânico.
Mulheres que faziam uso de insulina para diabetes mellitus tipo 2 tinham um grau de risco bastante aumentado de desenvolver depressão e síndrome do pânico, cêrca de 53% maiores que as mulheres que não tinham diabetes mellitus tipo 2.Estas observações foram independentes de qualquer fator sócio-econômico, demográfico, dietético e estilo de vida.O fator bidirecional, via de mão dupla, do diabetes mellitus tipo 2 e da depressão e síndrome do pânico, ficaram bem claros com estas observações. Estas avaliações só vem confirmar as opiniões de vários cientistas, de que não é possível as doenças terem fatores únicos e isolados, mas que em sua maioria têm fatores multidirecionais e serem multidiciplinares, e fazendo com que doenças que pareciam de mais fáceis administrações cada vez se tornam mais complexas e interrelacionadas, assim como sua terapêutica.



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1.A mulher na menopausa está mais propensa a desenvolver diabetes mellitus... 
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2.A mulher obesa pode desencadear mais facilmente o diabetes, com isto ela fica mais suscetível a desenvolver depressão... http://metabolicasindrome.blogspot.com

3.A Síndrome Metabólica traz graves conseqüências...   http://metabolicasindrome.blogspot.com


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Referências Bibliográficas:
Archives of Internal Medicine 
National Institutes of Health and the National Alliance for Research on Schizophrenia and Depression.
Medscape Medical News - November 23, 2010.






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1 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: CLIMATÉRIO E MENOPAUSA – A TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL (TRH) NA ÉPOCA DO PERÍODO CRÍTICO DA MULHER (MENOPAUSA), AJUDA A PROTEGER A PARTE NEUROLÓGICA (COGNITIVA – INTELECTUAL) SE INICIADA QUANDO SURGEM OS PRIMEIROS SINTOMAS DA MENOPAUSA.

Em se falando do período crítico da mulher (menopausa) , ou seja, onde se tenta explicar as discrepâncias observadas quanto aos estudos feitos com terapia de reposição hormonal (TRH) e cognição, realmente se observa um declínio menor da cognição durante a vida das mulheres que fazem a terapia de reposição hormonal quando surgem os primeiros sintomas da menopausa, mas não quando se começa a terapia de reposição hormonal (TRH), anos mais tarde.
Foram revistos estudos, nos quais a terapia de reposição hormonal (TRH) foi providenciada assim que surgiram os sintomas relativos ao período crítico das mulheres (menopausa) e nestes estudos se observou que quanto mais precoce se iniciasse a terapia de reposição hormonal (TRH) na mulher, tanto menor era a diminuição da função cognitiva nas mulheres mais velhas.Fazendo-se uma reanalise dos dados obtidos no Women’s Health Initiative (Iniciativa da Saúde da Mulher) mostrou efeitos benéfico da terapia de reposição hormonal (TRH) no aparelho cardiovascular e nas doenças da mama em mulheres com idades variando de 50 a 59 anos.

Pensa-se ser benéfica a terapia de reposição hormonal (TRH) por 15 a 20 anos após seu início.


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Como Saber Mais:
1.Se utilizado o próprio hormônio fabricado pela mulher é mais eficiente a TRH ...
2. A Reposição Hormonal da Mulher (TRH) evita a osteoporose ...
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3.Afinal,é a TRH ou a falta dos hormônios adequados que levam a obesidade e sobrepeso ...           

Referências Bibliográficas:
Sherwin, B.B. Nat. Rev.Endocrinol. 5, 620-627 (2009);
doi: 10.1038/nrendo.2009.193





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